203o Curso de Imersão em Criatégia - de 20 a 24 de março

Veja detalhes em nossa página de Cursos.


A expansão dos processos do pensar em C&T

A expansão dos processos do pensar em C&T

Mensagem de um estudante de física vinda de uma das nossas lonjuras territoriais convenceu-nos a não mais adiar esta resposta a ele e a outras perguntas vindas da área de ciência e tecnologia.

"Aplica-se Criatégia em ciência e tecnologia?"

No mundo inteiro. A propósito, as primeiras manifestações de interesse pelo pensar criativo vieram de matemáticos, físicos e químicos. Alguns já no final do século 19.

Talvez os norte-americanos desconheçam quanto devem a Buckminster Fuller, Charles Kettering, Alfred Whitehead e Linus Pauling. E também podem haver esquecido que John Arnold já nos anos 50 ousou a disciplina Engenharia Criativa no M.I.T., hoje o único centro acadêmico no mundo que integra pensar criativo, heurística e estratégia em suas atividades.

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Estratégia para tirar proveito da crise

Estratégia para tirar proveito da crise

Quem pense estrategicamente terá de considerar na paisagem futura uma freqüência mais intensa de crises na economia do país central e no próprio sistema. No ambiente de negócios, na mídia e nos círculos políticos, ainda predomina entre nós a tendência a olhar essas crises somente como nuvens negras. Mas será que elas constituem apenas ameaças?

A presente crise da economia americana gerada em decorrência da ficção que encharcava o mercado imobiliário daquele país tanto poderá ser contida quanto poderá agravar-se. Para o caso de a segunda hipótese evoluir, os observadores do lado de cá prevêem, quase unânimes, o acirramento da competição no mercado internacional.

Seja qual for a paisagem futura da economia mundial e até para ser congruente com os impulsos internos, dos quais o Plano de Aceleração do Crescimento é o mais sintomático, faz-se oportuna uma estratégia para tirar proveito da(s) crise(s) do sistema.

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Sean Goldman, apenas uma vítima do dinossauro

Sean Goldman, apenas uma vítima do dinossauro

Leão de Carvalho

Nestes dias, principalmente no Brasil, muitas pessoas estão lamentando a violência com que o menino americano foi arrancado de sua família brasileira. O pai tinha e tem o direito de lutar pelo convívio e por assumir a guarda e educação do garoto, que lhe fora raptado pela mãe. Mas o desfecho não tinha que ser tão grosseiro, tão sem nuances.

O que agora aconteça com o menino e seu pai vai caber na ordem das normalidades. O pai, quando passar o sabor da “vitória” e quando já não estiver imerso na atmosfera narcísica dos “reality shows”, poderá sentir algo parecido com frustração. Alguns sentimentos de perda do menino encontrarão compensações nos festejos e outros envolvimentos que lhe serão prodigalizados. O futuro? Desejemos que seja o melhor para todos os envolvidos. E torçamos discretamente para que Sean, ao chegar à idade adulta, não seja enviado como missionário ou mariner para “salvar” o país em que ele um dia viveu.

Mas o que nos interessa é pensar por que o desfecho do litígio “internacional” foi tão provinciano, tão burocrático e tão insensível.

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Rethinking strategically demands the banishment of illusions.

As a matter of fact, that’s the very reason why rethinking the crisis requires so much critical thinking.

At a first glance, it seems illogical to associate crisis with illusion. A closer look at the origin and the behavior of crises in any field will, however, show us how this association takes place.

Where do crises come from?

Whether in medicine, in corporations or in social and political relationships, a crisis is always “a disbalance that misleads the course of things” or “the sudden change in an apparent state of good health”. Such definitions show us that signs of the crisis preexisted in the context. The view on the matter was short sighted, there was a major failure on the diagnosis or the prognosis. In other words, certain ways of thinking (paradigms, beliefs, entrenched truths and mental bumps), which proved themselves illusionary in that context, were the hatchets that cleared the way for the crisis.

Let’s have a look at some exemplary illusions.


The Methodology of Transformative ReThinking

“We are yet to come to the world
The world is yet to be
The things are yet to be made
The reason of being is yet to be found.”

Antonin Artaud

The methodology of transformative thinking is the progressive, integrated and harmonious mobilization of critical thinking, creative process and strategic thinking.

The decision-maker triggers this mobilization at the very mapping of the challenge, which is “that moment when the passive contemplation of the situation becomes the first signal of the will to intervene in reality.”

Once having processed the scenario and afterwards the strategical challenge, the decision-maker (a person or a group) takes on the proper measures of divergence with extreme rigor. There is no talking, no mentioning examples or invocating theories, no influence of the current or usual opinions and points of view. This procedure can be easily qualified as innocent and radical. Intelligence works with this innocent eye looking at things, and not with memory.

The very core of transformative thought is “exercising thinking processes by alternating divergence and convergence”.


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