Há tantas declarações feitas apenas para ornar discursos que você tem razão em seu ceticismo. Mas o ILACE tem pago preços tão altos por se manter coerente com a sua filosofia e a sua metodologia que não cabe incluí-lo no rol das instituições cínicas ou burocráticas.
Faça um teste: procure uma pessoa que não gosta do ILACE; ouça-lhe as razões e você logo vai descobrir como a ética contida no texto abaixo a agride. E é quase certo que a depoente jamais participou de um curso nosso. Estamos transcrevendo os artigos 2º a 5º dos nossos Estatutos (registrados sob nº 29066 no 2º Ofício, Registro Civil das Pessoas Jurídicas, São Paulo, SP), para que o visitante deste portal possa aferir a responsabilidade de uma instituição que se dedica ao desenvolvimento das atitudes e dos processos do pensar.
"Artigo 2º - A missão do ILACE é contribuir para a permanente elaboração de um instrumental de pensamento capaz de inserir círculos cada vez mais amplos na compreensão e operacionalização de ambientes complexos.
Artigo 3º - O objetivo social da instituição é desenvolver e difundir metodologias e instrumentais que ampliem, diversifiquem e encorajem o uso do pensar como recurso para decisões e ações em todas as esferas da intervenção humana.
§ 1º - Em direção a esse objetivo de reconstruir a cultura mediante a emancipação mental, o ILACE propõe-se investir, pesquisar e atuar nos campos da lingüística, da antropologia, da filosofia e das ciências cognitivas em geral.
§ 2º - Coerente com sua missão, em obediência ao seu objetivo social e como decorrência lógica dos investimentos que faz em desenvolvimento metodológico, o ILACE propõe-se oferecer padrões para o trabalho com o processo criativo no Brasil.
Artigo 4º - Algumas escolhas preliminares são declaradas e assumidas como fundamentais para o funcionamento da instituição:
Artigo 5º - A instituição pauta-se por alguns parâmetros éticos e operacionais:

Em matéria de estratégia o que se costuma oferecer é pensamento já pronto. O que o Brasil precisa — as instituições, os negócios, as pessoas — é desenvolver o pensar estratégico. Ou seja, difundir e praticar os procedimentos e atitudes mentais que constituem o pensar estrategico. Essa prática garante um “pensar que rola”, um pensar que não depende dos empurrões vindos de fora.