A América Latina, com especial destaque para o nosso País, vive um momento auspicioso mas, em algumas horas, sombreado por nuvens conhecidas. São exatamente as possibilidades e os começos de transformações que provocam reações crescentemente frenéticas nos setores que resistem a mudanças.
Dos fatos políticos enfocamos apenas o segmento em que nos especializamos: os processos e atitudes mentais que estão se revelando nos debates, mormente os do gênero mão-única.
A grande mídia, habituada a se apressar em servir aos interesses que lhe parecem dominantes, pauta-se por denegrir os fatos e atores que preconizam ou acenam com mudanças, por menores que estas sejam. E, obviamente, encontra fatos e factóides que lhe permitem manter um tom acusatório que é bem acolhido e multiplicado por mentes desprovidas de pensar crítico, mentes que em períodos de tensão constituem o "jogral político das classes médias".
Em toda e qualquer empresa ou instituição, há ocasiões em que uma situação precisa ser repensada com especial urgência e confiabilidade. Durante quase todo o século vinte, o costume dominante foi chamar especialistas para analisar e aconselhar. Mas nas últimas décadas vem crescendo também a procura por técnicas que consigam “espremer” e tirar novo proveito da experiência da casa.
Quando a situação exige ser enfrentada com procedimentos de pensar diferentes dos habituais, o instrumento mais ágil e econômico é a Jornada Prática de Criatégia, quer a instância decisória esteja a cargo de um gestor ou de um grupo gerencial.
A Jornada não exclui nem se contrapõe ao trabalho dos especialistas e consultorias. Estes a solicitam em outros países.
Leão de Carvalho
Nestes dias, principalmente no Brasil, muitas pessoas estão lamentando a violência com que o menino americano foi arrancado de sua família brasileira. O pai tinha e tem o direito de lutar pelo convívio e por assumir a guarda e educação do garoto, que lhe fora raptado pela mãe. Mas o desfecho não tinha que ser tão grosseiro, tão sem nuances.
O que agora aconteça com o menino e seu pai vai caber na ordem das normalidades. O pai, quando passar o sabor da “vitória” e quando já não estiver imerso na atmosfera narcísica dos “reality shows”, poderá sentir algo parecido com frustração. Alguns sentimentos de perda do menino encontrarão compensações nos festejos e outros envolvimentos que lhe serão prodigalizados. O futuro? Desejemos que seja o melhor para todos os envolvidos. E torçamos discretamente para que Sean, ao chegar à idade adulta, não seja enviado como missionário ou mariner para “salvar” o país em que ele um dia viveu.
Mas o que nos interessa é pensar por que o desfecho do litígio “internacional” foi tão provinciano, tão burocrático e tão insensível.

This moment currently referred to as Crisis, if analyzed apart from its usual formatting, opens unexpected opportunities for us to choose our future.
Opportunities for professional growth, opportunities for new deals, political opportunities, opportunities to redraw the geographies inside and outside of us and opportunities to surprise ourselves with who we really are.
Attracting or persuading companies to respond strategically to the downsizing of markets is a global challenge that grows exponentially here because of a communication problem, fed by the culture’s ideological system.
We’d like to highlight a peculiarity of the situation of companies operating in Brazil: the possibility of finding new opportunities and niches, just by exploring global perplexity. Creating products, reformulating concepts and procedures, launching new trends and needs, reconceptualizing businesses and partnerships, creating new networks. Our question is: why on earth isn’t this possibility explored? Why doesn’t the media open space to this new exploratory mindset?

As a matter of fact, that’s the very reason why rethinking the crisis requires so much critical thinking.
At a first glance, it seems illogical to associate crisis with illusion. A closer look at the origin and the behavior of crises in any field will, however, show us how this association takes place.
Whether in medicine, in corporations or in social and political relationships, a crisis is always “a disbalance that misleads the course of things” or “the sudden change in an apparent state of good health”. Such definitions show us that signs of the crisis preexisted in the context. The view on the matter was short sighted, there was a major failure on the diagnosis or the prognosis. In other words, certain ways of thinking (paradigms, beliefs, entrenched truths and mental bumps), which proved themselves illusionary in that context, were the hatchets that cleared the way for the crisis.
Let’s have a look at some exemplary illusions.