COMPROMISSO - Leia aqui A inteligência não tem
que andar numa pista única.

Para que aprender Criatégia?

Até parece que a proposta de uma "nova qualidade no pensar" estava apenas aguardando para surgir na era da informática. Não faz muito tempo propor a alguém aprender a pensar tinha grandes chances de ser entendido como um insulto. Hoje o interlocutor compreende que não se está questionando a qualidade do seu "equipamento", mas sim a "configuração" que está sendo praticada. Já não está tão difícil admitir que se pode alcançar melhores resultados do pensar quando se aprende a fazê-lo deliberada e metodologicamente.

Aliás, a proposta de uma "nova qualidade no pensar" não significa que o interlocutor precise ou deva trocar os seus pensamentos. O que se busca é ganhar uma nova qualidade nos processos de pensar. Pensamento é o produto; pensar é a operação mediante a qual a inteligência põe em ação o seu arsenal de atitudes e processos.

Internalizar o pensar criatégico inaugura uma jornada sem fim de auto-descobertas. Listemos alguns resultados que a Criatégia, como integração metodológica do pensar, proporciona aos seus praticantes:

  1. mudar de paradigmas com maior facilidade e elevar o grau de alerta para as mudanças de cenário;
  2. lidar mais produtivamente com surpresas, desafios e visões (pessoais, profissionais e organizacionais);
  3. ganhar instrumentais de pensar que lhe acrescem confiança para gerir riscos;
  4. trocar o "medo de pensar7" pela confiança em sua própria capacidade para processar desafios e resolver problemas;
  5. desmistificar a arte do diagnóstico e otimizar suas habilidades para tomar decisões;
  6. trabalhar mais produtivamente em equipes, ao tornar-se mais flexível e apto a escutar;
  7. atuar "ecologicamente" em transformações de qualquer natureza, ou seja, promover e gerir mudanças sem quebrar as louças;
  8. tornar-se exímio(a) e ágil em surpreender e criar oportunidades, libertando o decisor da passividade de ficar esperando pela Idéia;
  9. destravar a inteligência de hesitações e ampliar o leque de saídas nos impasses e imprevistos;
  10. desenvolver disposição e habilidades para construir soluções inéditas, proporcionando ao resolvedor a satisfação de sentir-se como um 'chef de cuisine' que, na construção de soluções, não precisa esperar pelo "jeito certo" dos livros de receita que já não dão certo;
  11. trazer, com maior frequência e competência, seus sonhos à realidade e impulsionar as decisões para a ação;
  12. tornar o decisor mais perceptivo e descobridor até mesmo naquilo que já conhece, habilitando-o à prática da permanente aprendizagem, esporte em que o prêmio consiste em descobrir-se aprendendo em tudo e a qualquer momento, inclusive fora das salas de aula e demais paredes.

Os que praticam essa nova metodologia ou qualidade tornam-se habilitados a gerar infinitas "configurações no pensar", as quais:

ousam a radical re-interpretação de um dado desafio;
garimpam o objetivo escondido pela ilusão das conclusões unânimes;
conseguem novas informações até nos fatos já conhecidos;
capacitam o decisor a diagnosticar o problema como "o" caminho tático;
tornam a geração de idéias algo tão natural quanto respirar;
transferem a solução da Zona das Verdades lá de fora para que possa ser construída dentro da mente do resolutor;
fazem do plano de ação um esporte criativo.

"Ao fazer o curso de Criatégia, o que estarei aprendendo?"

  1. Você estará aprendendo a metodologia do pensar criatégico, que abrange:
    1. O "jeito" de pensar que torna realmente estratégico o processamento.
    2. A plataforma estratégica a que poderá recorrer em qualquer situação.
    3. A aposta heurística.
    4. Libertar-se da idolatria do Caminho Único e do paradigma do Jeito Certo.
  2. Você estará aprendendo de forma prática o pensar transformador:
    1. Ecologia para o pensar criativo.
    2. Como "alongar" o pensar: divergência-e-convergência.
    3. Chaves lingüísticas para processar informações e experiências.
  3. Os cursos do ILACE constroem um ambiente onde você pode aprender a lidar com o sistema ideológico vigente na cultura, ou seja, as atitudes que mobilizam e as que desmobilizam o pensar. A prática desse aprendizado confere ao usuário uma crescente autonomia, seja como descobridor, seja como gestor.
  4. Convém assumir que se trata de um aprendizado de processos, não de conteúdo teórico, embora embasado na mais consistente aplicação das ciências do pensar. Muito agradável, dizem os que já participaram.

Já desde a fase do aprendizado, ao evidenciar a invencibilidade do pensar, a metodologia reforça no praticante aquele sentimento de potência que sustenta os descobridores e os líderes.

A quem interessam essas conquistas?

A decisores em todos os palcos. A gestores de empresas e instituições.

A líderes que se deram conta de que algo mudou e de que os novos desafios, em vez de ameaças, constituem novas lavouras de oportunidades.